quarta-feira, 5 de maio de 2010

Criticas sobr o CD " Humanoid "

A banda de rock alemã, com forte lápis de olho, Tokio Hotel lançou o seu segundo álbum em Inglês, "Humanoid". E cara, é a melhor coisa que já saiu da Alemanha, desde David Hasselhoff.




Em suma, uma banda emo de rock alemão que, curiosamente, é o nome de uma cidade no Japão. O impressionante quarteto, liderado pelo futuro modelo Bill Kaulitz, foi bombeando a sua própria marca de canções pop rock desde 2001. Finalmente, chegaram ao mercado dos E.U.A com sua estréia em 2007 no idioma Inglês "Scream". Não se culpe se você nunca ouviu falar deles antes, mas grave as nossas palavras: em breve vão dominar o mundo - algo que um homem de bigode, cujo nome rima com Hustler não conseguiu fazer.



Por que nós gostamos: Fazer o que outras bandas de rock emo fazem, mas aí seria um problema (tosse, Fall Out Boy, tosse), Tokio Hotel não teve nenhum problema em experimentar o punk rock ("Humanoid") glam pop ( "Automatic", "World Behind My Wall") e com a energia elétrica nas faixas como ("Dogs Unleashed") em um álbum. E tudo junto funciona muito bem, criando um som único e muito estiloso dos Tokio Hotel. E as faixas são algo mais para aumentar a voz de Bill Kaulitz, nos dizem que sua voz é a marca registrada da banda. Em "Pain of Love", por exemplo, a voz do Bill é simplesmente atraente, e se pode, literalmente, sentir a angústia em sua voz. Estranhamente, parece exatamente como um dos ícones do glam rock moderno: Adam Lambert!



Por que nós não gostamos: "Humanoid" não é para todo mundo que bebe chá: o álbum é claramente mais dark do que o seu primeiro álbum em Inglês. Palavras de cautela: adolescentes suícidas e demasiado deprimidos devem ficar longe deste álbum.



Veredicto: Geral, "Humanoid" é um álbum muito bom. Se você gosta de My Chemical Romance, Mr. Glambert, BMW's e Volkswagen, este é um álbum que você deve ter.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Bild.de - Artigo

Os 60 anos do primeiro canal de televisão alemã são duas razões de comemorar ! Com dois grandes shows quinta e sabado passado (cada vez as 20H15), a televisão alemã relembro os mairos momentos da TV dos 6 ultimos anos. Dez anos depois do sucesso de Tokio Hotel, nos podemos ver Bill e Tom Kaulitz em um filme regional "Louco por você". Na mesma idade que o comico, o roqueiro Maris Müller-Westernhagen fez sua estreia en 1966 no show "O circulo feliz do vinho". E podia adimirar o jogo dos "pequenos atores da televisão" dos seus jovens colegas de Tokio Hotel : Bill e Tom Kaulitz (20 anos) atuarão no filme regional "Louco por você".


"Minha cama está molhada", diz o pequeno Tom
 
Verrückt nach dir [vídeo]

22.04.2010 - Musikautorenpreis, Berlim

Na categoria “Instrumental Music” o prémio “Music Author Prize” foi para Rebeca Saunders, e na categoria “Rock/Pop”, foi para David Jost, Dave Roth e Pat Benzner

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cuore nº 45/2010 [PT]


BAILE DE MÁSCARAS
BILL KAULITZ

O objetivo da cuore: Elaborar um top 10 de celebridades mais excêntricas. A capacidade do vocalista dos Tokio Hotel, Bill Kaulitz (20), para se disfarçar não tem limites. Já foi visto com visuais semelhantes ao de Victoria Beckham (36), Lady GaGa (24), Rihanna (22) e agora é a vez de Michael Jackson. A intenção era passar despercebido, mais o efeito foi o contrário. O vocalista foi apanhado à saída de um hotel na cidade das luzes, onde a banda dará o último concerto do Humanoid Tour, de cara tapada, óculos escuros, look informal e mil colares ao pescoço. A mania de se disfarçar não é de agora, já que o próprio confessou ser uma prática habitual para tentar escapar dos fãs.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Bill e Tom falam de Katy Perry



Qual é a pior celebridade que conheceram até agora? Alguém que foi antipático ou uma verdadeira diva?


Sim, deve haver alguém assim – diz Tom rindo.

Eles de certeza que conheceram estrelas com a mania de que são divas, mas será que se atrevem a mencionar os nomes?

Não somos doidos pela Katy Perry. Ela parece ser difícil de lidar. A encontramos nos EUA, em algumas estações de rádio e ela foi um pouco diva. – admite Bill à TOPP.

SUPERILLU.DE » Promotor Fritz Rau fala sobre os Tokio Hotel.

Prevê um grande futuro para os Tokio Hotel?


Eu fui com os meus netos a um concerto dos Tokio Hotel. Ainda ganho bilhetes grátis. Foi um choque. Assim que começaram a tocar, eu vi garotas entusiasmadíssimas nos balcões como os meus netos, que cantavam com eles cada música. Em frente ao palco desmaiaram umas 300, mas durante os concertos dos Beatles também desmaiavam umas 500. Os Tokio têm um bom vocalista, e sim, isso é importante. Os Stones estão bastante bem, mas o Keith Richards é que é a alma, mas sem o Mick Jagger não seria a mesma coisa. E não interessa qual é a aparência do Bill, o vocalista é importante e os rapazes estão a esforçar-se. Tem bons managers, desenvolveram um bom programa para os jovens. Depois do concerto fomos aos bastidores e os meus netos tiveram direito a autógrafos nos braços e mais tarde recusaram-se a lavá-los. Uma grande confusão. Entretanto os Tokio Hotel ficaram famosos na França e nos EUA. E se os Tokio Hotel continuarem com os pés assentes no chão e não se recusarem a dar entrevistas, estiverem presentes junto dos fãs, derem o seu melhor em palco e continuarem, então eles poderão manter-se no topo durante algum tempo. Falar mal dos Tokio Hotel virou moda, mas as pessoas que o fazem, tem uma pequena falha: não tem netos, que os convençam a ir a um concerto dos Tokio Hotel e por isso nunca experienciaram os Tokio Hotel ao vivo. Eu penso que é fantástico o fato de eles serem de Magdeburgo [...]

Tokio Hotel Collector


Novo livro dos Tokio Hotel, onde você pode encontrar as últimas entrevistas e fotos inéditas da banda! Ele tem 120 páginas e você pode encontrá-lo em francês. O livro foi lançado dia 14.04.2010. Você pode comprá-lo aqui.

Resumo: Tours esgotadas, dezenas de discos de ouro, o tumulto de fãs em cada país: Tokio Hotel reflete o sucesso.

Nos últimos anos, quatro jovens artistas surgiram como um grupo líder no cenário do rock . Os ingredientes deste sucesso? Um som pop rock muito forte, olhar fascinante e andrógino, canções que expressam a rebeldia e o amor e, finalmente, uma série de controvérsias e boatos. Bill, Tom, Georg e Gustav ganharam a sua aposta: ir além das fronteiras mesmo quando eles cantam em alemão, Tokio Hotel é um grupo que transcende gerações.

Este livro mostra a sua ascensão impressionante contada através de entrevistas e fotos inéditas. Para um colecionador de livros!

Tokio Hotel atuará no Summer Fest di Lucca



Segundo o jornal acima e o FC Italiano, o Tokio Hotel fará uma atuação no "Summer Fest di Lucca", que acontecerá dia 24 de Julho, na Itália. Mais Segundo a Universal Music Malásia, haverá uma sessão de autógrafos durante os dias de promoção no país.
Rai TV Italy - TH Special - interview [Vídeo]

Tradução :

Jornalista: Pessoal, vocês conseguiram. Apenas a algumas horas do concerto dos Tokio Hotel no Palalottomatica em Roma. Este é o recinto, podem vê-lo atrás de mim, os portões já abriram, ainda há bilhetes para o concerto. Juntamos todas as suas perguntas, que colocaram no site da RAI Music, tenho todas num papel, agora vou entrar e vou tentar fazer com que eles respondam ao máximo de perguntas possível. Vou dar o meu melhor, vamos, vêm comigo?


Pessoal, aqui estão, os bastidores, venham comigo!



Jornalista: Então, aqui estamos com os Tokio Hotel. A Desiree pergunta-vos, o que é que vocês acham dos fãs que não gritam e choram como a maioria nos vossos concertos, mas que se deixam levar apenas pela música e pelas emoções?

Bill: Acho que no geral podemos dizer que gostamos, fãs calmos e fãs barulhentos. já estivemos em outros concertos e vemos a audiência a aplaudir apenas…acho um pouco aborrecido. Eu gosto mesmo é de estar em palco e sentir as verdadeiras emoções de toda a gente. Por isso, sim, eu prefiro quando fazem mesmo muito barulho, mas isso é com cada fã, por isso, desde que ouçam a nossa música, está ótimo.



Jornalista: Mais uma vez uma pergunta sobre fãs, de B. de Roma, que pergunta se sabem que na Itália existe um grupo muito ativo de fãs não tão jovens, que vos segue e apoia mesmo que vos descrevam como “banda de adolescentes”. Sabiam disso?



Bill: Eu penso que para nós é sempre bom quando as pessoas ouvem a nossa música, na minha opinião não é a idade ou qualquer outra coisa que condiciona isso. Por isso não nos importamos, as pessoas podem ouvir a nossa música, tenham 19 anos, ou então 90, que para nós é perfeito na mesma.

Tom: Podes ter bom gosto musical aos 16 anos e também podes ter bom gosto musical aos 60. Por isso…

Bill: Sim, por isso é bom.



Jornalista: Vocês fizeram com que as fãs italianas ficassem ainda mais felizes com a vossa decisão de gravar o DVD ao vivo durante o concerto de Milão. A Alessia pergunta-vos, porque decidiram gravar o concerto de Milão e o que têm os fãs italianos de especial. Se houver algo de especial, é claro…

Bill: Eu penso que foi um conjunto de condições, porque estamos no final da tour e neste momento estamos habituados ao espectáculo e isso é bom, por isso…é claro que também tem a ver com os fãs italianos, sabemos que nunca gravamos um DVD fora da Alemanha, é a primeira vez. Por isso decidimos, ok, vamos lá tentar em Itália, porque já tivemos boas experiências com o público e são sempre fabulosos, sempre cheios de energia e são sempre bons espectáculos em Itália e por isso decidimos gravá-lo em Milão.



Jornalista: Agora vamos falar do vosso último álbum, um álbum que é muito diferente dos anteriores, cheio de sons electrônicos e claras referências à música dos anos 80. A Denise, de Milão, quer saber o seguinte. Porque é que decidiram mudar o som? E o que os fez tomar essa decisão?

Tom: Não foi uma decisão, foi um longo processo, estivemos em fase de produção, para este novo álbum, cerca de um ano, e foi muito importante para nós passar algum tempo em estúdio e em especial ter uma certa liberdade em relação ao tempo que demoramos para fazer este maravilhoso novo álbum. Foi um desenvolvimento em estúdio, não decidimos…o Bill e eu co-produzimos o álbum pela primeira vez e essa também foi uma ótima experiência, tentamos coisas diferentes, novos produtores mas também mantivemos os antigos, e foi um desenvolvimento natural e depois de tanto tempo sem gravar, foi muito importante para nós fazer este novo álbum. Estivemos em tour durante uns 3 anos com o álbum anterior e já estava na hora de fazer algo novo.



Jornalista: Recebemos muitas perguntas, de todo o mundo, de Espanha, dos EUA, da América do Sul, da América Central, do Canadá, das Filipinas, de toda a Europa, da Rússia, da Dinamarca e da Noruega. Em nome de todas elas, escolhemos a Aixa da Espanha, porque ela pergunta algo interessante. Agora que esta incrível parte da tour européia está terminada, é claro que não ficam por aqui. Quais são os vossos planos depois da promoção asiática, vão voltar a fazer uma tour ou vão trabalhar num novo álbum? Digam-nos alguma coisa!

Bill: Não nos faças perguntas sobre a nossa agenda!

Tom: A pergunta é depois da tour?

Bill: Não, depois da Ásia.

Tom: Ahh, depois da Ásia…

Bill: Eu estou feliz em ir até à Àsia e por enquanto é tudo o que sei. Mas eu penso que o resto do ano será tocar ao vivo com este novo álbum. Não vamos lançar um novo álbum este ano, penso eu. Mas iremos definitivamente para estúdio, quer dizer, nós estamos sempre em estúdio e já temos novas músicas…

Tom: Mas eu não acho que lançemos um novo álbum este ano. Eu acho que vai ser mais tocar ao vivo e talvez ir até à América do Sul, e a Ásia e coisas assim.

Love Rock nº 21



Como vocês criam as canções, desde a primeira ideia até a canção final?


Bill: "Acho que não há uma só maneira em que escrevemos nossas canções. É diferente a cada vez. Então, às vezes, o Tom tem uma ideia e eu tenho umas letras, o Tom tem uns sons de guitarra..."



Qual o tempo para compor as canções desse novo disco, Humanoid?

Tom: "Cerca de um ano. Nós estivemos um bom tempo em turnê com nossas canções antigas e o material mais recente e tivemos que ser rápidos ao ir para o estúdio e sermos criativos."

Bill: "E para ver que tipo de música a gente queria fazer neste momento e como cada um se desenvolveu durante os shows e tudo o mais. Então, foi legal apenas estar lá e longe dos holofotes, só em estúdio sem a imprensa sabendo o que estava rolando, sem fazer divulgação e ... Foi apenas passar o tempo em estúdio."

Tom: "Se você dispõe de tempo, tem a oportunidade de, tipo, ficar uma semana sem fazer nada. É importante sair, dar uma volta, ir ao estúdio e fazer nada. Talvez beber alguma coisa juntos, fazer sexo ou... (risos) Fazer tudo no estúdio... Você pode fazer qualquer coisa no estúdio." (risos)

Bill: "E Tom e eu co-produzimos o disco, pela primeira vez. Foi uma boa experiência."



Quem influencia o som de vocês?

Bill: "Acho que nunca tivemos uma banda ou um artista que nos influenciasse de alguma forma. Acho que somos bem diferentes e cada um ouve sons diferentes..."



O que os inspirou para compor as canções?

Bill: "Eu acho que tudo que está acontecendo. Nós amamos uns aos outros, nós odiamos uns aos outros, tudo..."

Tom: "Você tem um dia bom, tem um dia ruim. Às vezes você está bêbado, às vezes está feliz, está triste. Você tem tudo isso rolando no estúdio e tudo isso é importante para o disco. Tudo é inspirador."

Bill: "Foi bom viajar por todo lugar. Nós gravamos algumas coisas na Alemanha, depois em Los Angeles e em Miami (EUA), para ter algo a mais. Não foi todo dia o mesmo estúdio, então foi uma coisa boa para experimentar coisas novas e ter novas influências."



Vocês têm medo das reações das pessoas quando ouvirem a nova sonoridade de Humanoid?

Bill: "Nós tentamos deixar isso de lado, porque nós só nos focamos na música. Acho que é importante que você goste do seu material e que esteja feliz com ele, para que as pessoas possam adorar também. Se você ama algo, se curte o que você faz, as pessoas podem adorar da mesma forma. Nós não tivemos pressão, só deixamos essa coisa de lado."



Por que escolheram Automatic para primeira canção de trabalho?

Bill: "Acho que Automatic foi uma das últimas músicas que escrevemos para o disco. Nós tivemos a ideia no carro e estávamos a caminho do estúdio. Acho que era exatamente a sonoridade e a sensação que estávamos sentindo falta no CD. Era a energia certa para apresentar o todo o estilo, o álbum. Era apenas uma sensação boa e todos estávamos animados com essa canção. Foi por isso que a gente a escolheu."



Vocês conseguem compor quando estão na estrada?

Bill: "Acho que você consegue ter ideias na estrada, às vezes. Acho que a inspiração está em todo lugar e nos rodeia sempre. Sempre levo uma caneta comigo e o laptop. Às vezes, fazemos algumas coisas no ônibus da turnê. Mas para esse disco a gente só queria um tempo no estúdio, e não queríamos compor na estrada. A gente queria mesmo apenas o estúdio e mais nada. Mas acho que, só para reunir algumas ideias, é muito bom viajar por aí."



Qual a lembrança preferida de vocês do último ano (2008)? E quais são as expectativas para o futuro?

Bill: "Acho que a gente aproveitou esse tempo no estúdio. Foi mais normal do que perambular pela estrada. Então, passamos o tempo com nossas famílias e isso foi ótimo. E nós realmente queremos viajar para outros países e tocar ao vivo nesses lugares. Acho que é esse o objetivo. E não esperamos nada. Vamos ver o que acontece."